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A Mensagem da Cruz – Pr. Márcio Valadão (Livros Evangélicos)

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Se uma pessoa que viveu na época do Império Romano ressuscitasse hoje e andasse pelas ruas, creio que muitas coisas iriam impressioná-la.
Com certeza ficaria impressionada com os carros, aviões, prédios, com a tecnologia, com o avanço da ciência, mas certamente haveria algo que a deixaria estupefata: a cruz.
Ela acharia muito estranho algumas pessoas terem um colar e nesse colar, um pingente em forma de cruz. Ficaria admirada ao ver alguns prédios no qual em seu topo houvesse a cruz, se admiraria com o hábito de algumas pessoas fazerem o sinal da cruz. Isso porque, há dois mil anos, a cruz era o símbolo maior de vilipêndio, de desgraça, de
escárnio e de medo.
A cruz era apenas um símbolo e um instrumento de execução. Normalmente, eram crucificados os escravos, os piores criminosos. E o momento da crucificação era marcado pelas maiores humilhações, uma delas era o fato de o condenado ser crucificado nu, com o corpo à exposição dos olhares e à disposição das mãos sanguinárias. O chicote que era usado na época trazia nas pontas peças de ferros, tornando o espancamento ainda mais cruel, com isso muitos condenados morriam no flagelo, antes mesmo de serem levados à cruz.
Alguns eram pregados na cruz, outros eram amarrados a ela. Era uma morte silenciosa, demorada, doída. Devido a isso, e a muito mais, certamente a última imagem de decoração que um romano teria seria a da cruz.
Como se alguém, hoje, condenado à cadeira elétrica pudesse andar com uma “cadeirinha” elétrica pendurada ao pescoço. Na mente de um romano que ressuscitasse hoje, se isso fosse possível, creio que, o que mais o deixaria admirado em ver, seria o uso da cruz dessa forma.

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